Estudo 357 de 365
Os Selos e as Trombetas
O que este trecho quer dizer
Os selos se abrem e os cavaleiros saem — conquista, guerra, fome, morte: o noticiário de todas as épocas — mas repare quem abre os selos: o Cordeiro. A história não está solta; as rédeas do caos estão em mãos traspassadas. No quinto selo, as almas dos mártires debaixo do altar rezam o salmo de sempre: até quando, ó Soberano Senhor? — e recebem vestes brancas e a resposta mais misteriosa do livro: que repousassem ainda um pouco de tempo. Até o céu espera. Os cento e quarenta e quatro mil são selados na fronte — o tau de Ezequiel 9 de volta: antes da tribulação, a marca; e logo a câmera abre: depois destas coisas, olhei, e eis uma grande multidão, que ninguém podia contar, de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas. A conta fechada de Israel e a multidão incontável dos povos — os dois retratos do mesmo povo de Deus. Lavaram as suas vestes e as alvejaram no sangue do Cordeiro: a química impossível do céu — alvejadas em sangue. Nunca mais terão fome... e Deus limpará de seus olhos toda lágrima: Isaías 25, cumprindo-se. E no sétimo selo, o inesperado: houve silêncio no céu quase por meia hora — e as orações de todos os santos sobem com o incenso do altar de ouro. As suas orações estão lá, queimando diante do trono. Nenhuma se perdeu.Este é um dos 365 estudos do biblia73, que percorre a Bíblia católica inteira — os 73 livros — na ordem em que os acontecimentos se deram. A leitura é gratuita, sem cadastro, e cabe em 5, 10 ou 15 minutos por vez.