Estudo 327 de 365

Atos: Prisão de Paulo

Leituras deste estudo

Atos dos Apóstolos 20–22

Ler este estudo agora

O que este trecho quer dizer

Em Trôade, o sermão de despedida vara a noite — e o jovem Êutico, sentado na janela do terceiro andar, adormece profundamente e cai. Levantam-no morto. Paulo desce, abraça-o: não vos perturbeis, que a sua alma nele está. O padroeiro de todos os que já dormiram na pregação tem final feliz — e o culto continua até o amanhecer, agora com todos bem acordados. Em Mileto, o único discurso de Atos dirigido a cristãos: os presbíteros de Éfeso ouvem o testamento pastoral — olhai por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele adquiriu com o seu próprio sangue. O rebanho comprado a sangue: nenhum pastor é dono do que custou tanto a outro. E Paulo cita uma frase de Jesus que nenhum evangelho registrou — só Atos a guardou: mais bem-aventurado é dar do que receber. A despedida termina em choro no cais, todos pendurados no pescoço dele. Ágabo amarra as próprias mãos com o cinto de Paulo; os amigos imploram; a resposta: estou pronto não só a ser preso, mas ainda a morrer em Jerusalém pelo nome do Senhor Jesus. Preso no tumulto do templo, ele pede a palavra — e, da escada da fortaleza, faz a defesa em hebraico: conta Damasco. O testemunho pessoal como melhor advocacia.

Este é um dos 365 estudos do biblia73, que percorre a Bíblia católica inteira — os 73 livros — na ordem em que os acontecimentos se deram. A leitura é gratuita, sem cadastro, e cabe em 5, 10 ou 15 minutos por vez.