Estudo 325 de 365
Atos: Concílio
O que este trecho quer dizer
Em Listra, curam um coxo e a multidão decide que são deuses: Barnabé é Zeus, Paulo é Hermes — o sacerdote já trazia touros e grinaldas. Dias depois, a mesma cidade apedreja Paulo e o arrasta como morto. O termômetro da fama marca isso: de deus a cadáver na mesma praça. A lição fica registrada na volta: é necessário que, por muitas tribulações, entremos no reino de Deus — e em cada igreja nomeiam presbíteros: a estrutura plantada junto com a fé, porque entusiasmo sem presbítero não atravessa geração. Então o Concílio de Jerusalém: a primeira crise doutrinal — é preciso circuncidar os gentios? — resolvida do jeito que virou o método católico: assembleia, debate, testemunho de Pedro e de Paulo, Tiago citando a Escritura (Amós, o nosso estudo 134), e a fórmula que nenhuma organização humana ousaria: pareceu bem ao Espírito Santo e a nós. Depois, o desacordo honesto: Paulo e Barnabé se separam por causa de Marcos — e viram duas missões (e Marcos será recuperado: útil para o ministério, escreverá Paulo no fim). O sonho do macedônio — passa e ajuda-nos — leva o evangelho à Europa; a primeira convertida é Lídia, empresária da púrpura: o Senhor lhe abriu o coração. E em Filipos, à meia-noite, os presos escutavam Paulo e Silas cantando hinos — até o terremoto responder e o carcereiro perguntar: que devo fazer para me salvar?Este é um dos 365 estudos do biblia73, que percorre a Bíblia católica inteira — os 73 livros — na ordem em que os acontecimentos se deram. A leitura é gratuita, sem cadastro, e cabe em 5, 10 ou 15 minutos por vez.