Estudo 355 de 365

Deus é Amor

Leituras deste estudo

1 João 4–5 2 João 1 3 João 1 Apocalipse 1

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O que este trecho quer dizer

Aqui está a definição mais alta que já se escreveu: Deus é amor — duas vezes, para ninguém achar que foi descuido. Não um Deus que tem amor, que sente amor: que é. E a ordem dos fatores corrige toda religiosidade de conquista: nisto está o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou primeiro. No amor não há medo; antes, o perfeito amor lança fora o medo. E o teste de verificação, à prova de autoengano: quem não ama a seu irmão, a quem vê, como pode amar a Deus, a quem não vê? Esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé. As duas cartinhas seguintes mostram a Igreja em escala de bilhete: a verdade e o amor caminhando juntos, a hospitalidade de Gaio — e Diótrefes, que gosta de exercer a primazia: o problema mais antigo da paróquia, nomeado no cânon. E o Apocalipse abre: João, exilado em Patmos, no dia do Senhor — o domingo —, ouve a voz e se volta: o Filho do Homem no meio dos sete candeeiros de ouro, que são as igrejas. Cristo não observa as igrejas de longe: está no meio delas, inclusive das mornas. E a mão direita pousa sobre o vidente caído: não temas; eu sou o primeiro e o último; fui morto, mas eis aqui estou vivo pelos séculos dos séculos — e tenho as chaves da morte.

Este é um dos 365 estudos do biblia73, que percorre a Bíblia católica inteira — os 73 livros — na ordem em que os acontecimentos se deram. A leitura é gratuita, sem cadastro, e cabe em 5, 10 ou 15 minutos por vez.