Estudo 338 de 365
Tesouro em Vasos de Barro
O que este trecho quer dizer
A carta mais pessoal de Paulo abre com a lei da consolação: o Pai das misericórdias e Deus de toda consolação, que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em qualquer angústia. A dor não é desperdiçada: vira estoque de consolo para o próximo aflito — quem foi consolado ganha um ministério. E a imagem que define o cristão de verdade: temos este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus, e não de nós. O conteúdo é glorioso; a embalagem, rachada — de propósito: em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados; abatidos, mas não destruídos. A rachadura é por onde a luz prova que não é nossa. As coisas que se veem são temporais, e as que se não veem são eternas. E o cargo de todo batizado, com a súplica mais estranha da Bíblia — Deus pedindo aos homens: somos embaixadores em nome de Cristo, como se Deus exortasse por nosso intermédio. Em nome de Cristo vos rogamos: reconciliai-vos com Deus. Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós — para que nele fôssemos feitos justiça de Deus.Este é um dos 365 estudos do biblia73, que percorre a Bíblia católica inteira — os 73 livros — na ordem em que os acontecimentos se deram. A leitura é gratuita, sem cadastro, e cabe em 5, 10 ou 15 minutos por vez.