Estudo 316 de 365

O Cego, o Pastor e Lázaro

Leituras deste estudo

São João 9–11

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O que este trecho quer dizer

Diante do cego de nascença, os discípulos fazem a pergunta de todas as épocas: quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego? E Jesus troca a pergunta da culpa pela da finalidade: nem ele pecou, nem seus pais; foi para que nele se manifestem as obras de Deus. Há sofrimentos que não têm culpado — têm destino. O interrogatório dos fariseus vira uma escada: a cada rodada de pressão, a teologia do cego cresce — é profeta; se este homem não fosse de Deus, nada poderia fazer; até que, expulso da sinagoga, é encontrado por Jesus e ajoelha: creio, Senhor. Quem é posto para fora por causa dele é achado por ele — a expulsão virou encontro. Eu sou o bom pastor: o bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas. E Betânia: diante do túmulo de Lázaro, antes do milagre, o versículo mais curto da Bíblia — Jesus chorou. Ele sabia que ia ressuscitá-lo em minutos, e chorou mesmo assim: a compaixão de Deus não pula a etapa da dor só porque conhece o final. Eu sou a ressurreição e a vida. Lázaro, vem para fora! E a ordem final, dada à comunidade: desatai-o, e deixai-o ir. O milagre é dele; o desamarrar, ele confia a nós.

Este é um dos 365 estudos do biblia73, que percorre a Bíblia católica inteira — os 73 livros — na ordem em que os acontecimentos se deram. A leitura é gratuita, sem cadastro, e cabe em 5, 10 ou 15 minutos por vez.