Estudo 234 de 365

A Páscoa de Ezequias

Leituras deste estudo

2 Crônicas 29–30

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O que este trecho quer dizer

Ezequias abre as portas do templo no primeiro ano, no primeiro mês — a prioridade declarada na agenda antes de qualquer discurso. Purificação em dezesseis dias, o culto restaurado com os cantores de Davi. E então a Páscoa impossível: fora de prazo, com o santuário recém-limpo. A solução é buscar na lei a cláusula da misericórdia — a Páscoa do segundo mês, prevista em Números para o impuro e o viajante — e aplicá-la em escala nacional. Correios partem de cidade em cidade convidando até o norte arrasado: voltai ao Senhor, e ele voltará para os que escaparam. Muitos zombam dos mensageiros; alguns se humilham e vêm. E na festa, o gesto que define o livro: a multidão come a Páscoa sem a purificação exigida, e Ezequias intercede — o Senhor, que é bom, perdoe a todo aquele que dispôs o coração para buscar a Deus, ainda que não purificado. E o Senhor ouviu a Ezequias, e sarou o povo. O coração disposto pesou mais que o protocolo — sem que o protocolo fosse abolido. É a jurisprudência da misericórdia.

Este é um dos 365 estudos do biblia73, que percorre a Bíblia católica inteira — os 73 livros — na ordem em que os acontecimentos se deram. A leitura é gratuita, sem cadastro, e cabe em 5, 10 ou 15 minutos por vez.